sábado, 21 de novembro de 2015

Pixel, resolução, profundidade de cor e tamanho do ficheiro

Pixel

Um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital (menor ponto a que se pode dar uma cor), sendo que o conjunto de milhares de pixeis formam a imagem inteira.
Pixel (aglutinação de Picture e Element) é o menor elemento num dispositivo de exibição ao qual é possível atribuir-se uma cor.Portanto, é também o menor elemento que se pode controlar de uma imagem representada, por exemplo, num ecrã. É um ponto físico numa 'raster image', e a sua posição corresponde às suas coordenadas físicas.

Num monitor colorido básico cada Pixel é composto por um conjunto de 3 pontos: verde, vermelho e azul. Nos mais avançados, cada um destes pontos é capaz de exibir 256 tonalidades diferentes (o equivalente a 8 bits) e combinando tonalidades dos três pontos é então possível exibir pouco mais de 16.7 milhões de cores diferentes. Quanto mais pixels utilizados para representar uma imagem, mais esta se aproxima de parecer com o objeto original.


Fig.1 - Exemplo de imagem feita apenas com píxeis

Resolução

A resolução é, basicamente, a qualidade que a imagem possui, logo quanta maior a resolução, maior a qualidade. Assim sendo, a tal resolução depende da proximidade das linhas, umas em resolução às outras.

Fig.2 -  Exemplo de imagem com elevada resolução


Profundidade da Cor

Refere-se à quantidade de bits que têm de ser usados para representar um único pixel numa imagem bitmap. Também é conhecido com bpp (bits per pixel), quanta maior a quantidade da profundidade da cor presente na imagem, maior é a escala de cores disponível, como podem ver na imagem que se segue.
Fig. 3 - Tabela sobre a Profundidade da Cor


Tamanho do Ficheiro

O tamanho de um ficheiro refere-se ao espaço ocupado por um determinado ficheiro no disco rígido do computador. O espaço pode ser medido em Kilobytes (Kb), Megabytes (Mb), Gigabytes (Gb), etc. O tamanho de um ficheiro é influenciado por várias componentes, tais como o número de pixeis da imagem (ter um maior número de pixeis significa que a imagem apresentará maior resolução e será mais detalhada, mas isso também vai levar a que a imagem ocupe mais espaço em disco) e o formato do ficheiro (as imagens em formato GIF, JPEG, PNG e TIFF apresentam diferentes capacidades de compressão, como vos explicaremos num artigo seguinte, o que leva a que dependendo do formato, as mesmas imagens apresentem tamanhos diferentes).

Fig. 4 - Tamanho da imagem em função da sua resolução


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domingo, 15 de novembro de 2015

Cor

Conceito

A Cor é uma sensação produzida pelos raios luminosos nos órgãos visuais, sendo posteriormente interpretada no cérebro. Trata-se de um fenómeno físico-químico em que cada cor depende do comprimento de onda.
Os corpos iluminados absorvem parte das ondas electromagnéticas e reflectem as restantes. Essas ondas reflectidas são captadas pelo olho e, dependendo do comprimento de onda, são interpretadas pelo cérebro. Em condições de pouca luz, o ser humano apenas consegue ver a preto e branco.
Fig.1 - Cores

Como é feita a interpretação das cores pelo cérebro humano?

Explicando de uma forma simplificada, a cor de cada objeto é determinada pelas frequências que os materiais desse objeto refletem. Assim, um objeto terá determinada cor se não absorver (ou seja, se refletir) justamente os raios correspondentes à frequência daquela cor. Por exemplo, se nós virmos um objeto vermelho isso quererá dizer que esse objeto absorve todas as cores, menos a cor vermelha, que ao não ser absorvida, é refletida. Essa cor vai ser refletida para os nossos olhos (mais especificamente, para células especializadas da retina) que irão transmitir esse estímulo para o nosso cérebro que, depois de interpretar esse estímulo, nos dirá finalmente que aquele objeto é vermelho.
Assim, a visão poderá ser escotópica ou fotópica, consoante as condições em que o precesso se efetuar.

Fig. 2 - Eficácia dos dois tipos de visão em função da luminosidade e dos comprimentos de onda


A Visão Escotópica (Noturna) capta baixos níveis de luminosidade e não é sensível ao comprimento de onda, não detetando a cor. Este tipo de visão é utilizado durante a noite (ou em ambientes escuros), onde o olho passa a ser mais sensível ao azul. Nesta visão, são os bastonetes (células do olho humano) que desempenham o principal papel, pois estes são sensíveis a fatores como a luminosidade (importante na visão noturna), mas não distinguem as cores.
A Visão Fotópica (Diurna) é o termo cientifico que se dá à visualização das cores por parte do olho humano, durante o dia e em condições normais de luminosidade. Este tipo de visão só funciona para elevados níveis de luminosidade e é sensível ao comprimento de onda (sensível à cor). Neste tipo de visão são utilizados os cones existentes na retina, dado que os cones são sensíveis aos diferentes comprimentos de onda, ao contrário dos bastonetes

sábado, 14 de novembro de 2015

Uma Imagem Vale Mais que Mil Palavras

Porque uma Imagem... Vale Mais que Mil Palavras



Aqui está um perfeito exemplo desta frase. No quotidiano, toda a comunidade é "bombardeada" com relatórios, grandes reportagens e notícias sobre os problemas sociais que se vivem no Médio-Oriente e da posição que as populações tomam quanto à sua condição social... Mas haverá melhor maneira de mostrar esta realidade do que com a foto que partilhamos convosco em cima?


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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Imagem

Uma imagem é  a representação visual de um objeto através de técnicas da fotografia, da pintura, do desenho e do vídeo. As imagens digitais podem aparecer em praticamente todo o lado e expostas de variadas maneiras. Assim, este tipo de imagens são como que uma representação de destas a duas dimensões, sendo armazenadas, transferidas e processadas graças à utilização do código binário.
Há 2 tipos de imagem digital. Estas podem ser classificadas como imagens do tipo raster ou do tipo vetorial.

Tipo Raster:

Basicamente, são as que são formadas por correspondências entre os pontos da imagem raster e os pontos da reproduzida no computador. Este tipo de imagens, quando sujeitas a ampliações irão ficar deformadas.

Fig.1 -  Exemplo de Imagem Raster


Tipo Vetorial:

Por outro lado, as imagens do tipo vetorial são criadas a partir de equações matemáticas, que irão formar objetos ou linhas. Assim sendo, qualquer que seja a ampliação feita a estas, manterão a forma.

Fig.2 - Exemplo de Imagem Vetorial


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Nuvem de Palavras

Nuvem de palavras é uma imagem que destaca palavras e termos que ocorrem com mais frequência em textos, blogs ou base de dados, ou seja, quanta maior for a quantidade de vezes que uma certa palavra apareça num texto, maior será o seu tamanho na nuvem.
As nuvens de palavras servem, principalmente, para apelar visualmente aos leitores.

Assim, está aqui um exemplo de uma nuvem de palavras feita por nós sobre o jogo "League Of Legends":

Fig.1 - Exemplo de Nuvem de Palavras

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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Exemplos de Fontes


Exemplos de Fontes Bitmapped e Escaladas


Fontes Bitmapped


Um dos exemlos de fontes bitmapped é a Courier, e como tal, vamos falar um pouco desta fonte. Courier é uma fonte tipográfica monoespaçada, de serifa egípcia, projetada para assemelhar a saída de uma batida de máquina de escrever. A tipografia foi projetada por Howard "Bud" Kettler em 1955. Apesar desta fonte ter sido inicialmente "feita" para a gigante IBM, esta abdicou dos direitos de autor e como tal, esta fonte em particular pode hoje ser utilizada sem quaisquer encargos associados. Atualmente, há várias variantes da fonte original Courier, como a New Courier ou a Courier Standard.

 

Fig. 1 - Fonte Courier

Fontes Escaladas

OpenType é um formato de fontes de computador escalável, inicialmente desenvolvido pela Microsoft, e mais tarde em cooperação com a Adobe Systems. Foi anunciado pela primeira vez em 1996, com um número significante de fontes lançadas em 2000 e 2001. A Adobe completou a conversão de todas as fontes que comercializava, em PostScript para OpenType, no final de 2002. Em 2005, estima-se que estavam a ser comercializadas no mercado cerca de 10.000 fontes neste formato, sendo 3.000 delas da Adobe.
O OpenType foi concebido para ser o sucessor do formato TrueType (desenvolvido pela Apple Computer e licenciado à Microsoft) e do formato PostScript Type 1 (desenvolvido pela Adobe).
A Microsoft, para além da tecnologia TrueType, tentou adquirir também à Apple a licença de outra tecnologia de tipografia avançada, denominada "GX Typography", por volta de 1990, mas esta fora recusada. Começou então a desenvolver a própria tecnologia, o "TrueType Open" em 1994. Em 1996, a Adobe entra também no desenvolvimento desta, incorporando tecnologias próprias do PostScript Type 1. O nome OpenType foi então utilizado nesta combinação de tecnologias. No entanto, o OpenType pode ser por vezes referido pelos programadores por "TrueType Open versão 2.0". Alguns exemplos das fontes da família da OpenType estão na imagem abaixo.


Fig. 2 - Lista das Fontes da Família OpenType


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Olá a todos,

Apenas queríamos deixar uma pequena mensagem a agradecer-vos pelo excelente feedback que nos têm dado acerca do nosso blogue. É com enorme agrado que vemos um aumento de visualizações de cada vez que entramos no blogue e é extremamente gratificante vermos o nosso trabalho reconhecido. Em menos de 2 meses, conseguimos 2000 visualizações e queremos agradecer-vos a vós, os nossos fãs pelo apoio quer no envio de e-mails (que desde já agradecemos), quer pelo aumento exponencial de visitas que tivemos nas últimas semanas. São vocês, os fãs, que dão sentido ao nosso trabalho, e por isso, agradece-mo-vos a todos.
OBRIGADO!